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Não é fácil manter um Afghan. Sua pelagem deve ser escovada regularmente para remover o pêlo morto e prevenir nós e emaranhados. A pelagem dos filhotes necessita de escovação à medida que cresce, por isso os filhotes devem ser acostumados à escovação no momento que entram para a família.

Entre o décimo e o décimo-oitavo mês, os filhotes de Afghan trocam sua pelagem, num processo que dura um mês ou um pouco mais. Neste período o cão deve ser diariamente examinado, pois ao cair, o pêlo morto fica agarrado ao restante da pelagem, formando pequenos emaranhados que podem se transformar em grandes nós, causando irritações na pele que irão requerer longas sessões de tratamento e, em último caso, deve ser cortado e retirado, podendo deixar buraco na pelagem.

Escovas de rasquiar são ferramentas eficientes para remover esses emaranhados do pêlo. Pentear ou escovar a pelagem de fora para dentro não é aconselhável porque pode emaranhar mais o pêlo.

Mesmo quando doente, demonstra alta capacidade de recuperação. Por ter orelhas longas é propenso à otite, a limpeza semanal dos ouvidos pode diminuir os riscos de infecção, devendo-se tomar cuidado para não machucar a parte interna do ouvido. Deve-se pedir orientação veterinária, caso não saiba fazer a limpeza.

Afghanhound

São predispostos ao tártaro e, conseqüentemente, à gengivite (inflamação da gengiva), favorecida pela acidez da saliva. Em casos muito graves, os dentes podem cair, a inflamação se alastrar e até vir a matar o animal, devido a problemas no coração, rins ou fígado.

Como o Afghan cresce muito rápido, está sujeito ao raquitismo, causando deformações ósseas que podem dificultar sua movimentação. Em filhotes, é possível evitar ou corrigir a doença, mas nos adultos não há cura, pois os ossos já estão completamente formados. Para impedir o problema deve-se alimentá-los de forma adequada, de acordo com o peso e a idade do cão. Passeios ao sol ajudam a fixar o cálcio. O aparecimento de tumores é apontado com relativa freqüência. Anemia, vômito e sangramento contínuo são prováveis indícios de doenças. Não há constatação de doenças de origens hereditárias no Afghan criado no Brasil, normalmente são muito saudáveis. São raros os casos de displasia coxofemural e catarata. Acredita-se que os cães importados tenham vindo livres destes problemas.

Possuem a sensibilidade natural dos Galgos a pesticidas e a anestésicos. Alguns criadores temem os efeitos da anestesia em seus cães e não permitem que os mesmos sejam submetidos a raios X, acreditando assim, estarem evitando a degeneração de ossos e articulações.

O cão precisa muito de exercícios e deve andar pelo menos 1 km por dia. Embora forte, independente e inteligente, o Afghan é normalmente tímido e sensível a reprimendas agressivas, portanto deve ser treinado com carinho. Puxões de guia e comandos estridentes devem ser evitados, porém uma conduta gentil e uma disciplina firme são recomendadas. Treinamentos de obediência reforçam sua confiança e intensificam a comunicação com o dono que deve controlar seu temperamento rebelde.

Afghanhound

O Afghan pode ser uma companhia maravilhosa, indicada para um estilo de vida elegante. Entretanto, muitas pessoas se deixam levar pela aparência sem entender os cuidados necessários para com a pelagem, exercícios contínuos e treinamentos gentis. Segundo a Afghan Rescue Committee dos EUA é comum Afghans serem abandonados ou fugirem por se recusarem a obedecer aos donos ou ficarem com o pêlo completamente embaraçado e mal tratado. Antes de optar por um Afghanhound, deve-se considerar cuidadosamente o tempo de que dispõem para cuidar desta exótica companhia canina.

 
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