O Afghanhound é originário do Afeganistão, tendo registros de sua existência desde aproximadamente 7 mil anos. Não há dúvidas de que esta é uma raça ancestral, um Galgo que é citado em lendas e mitos provindos dos nômades do oriente médio. As tribos das montanhas eram conglomerados de povos com culturas e costumes bem variados, que desenvolveram a raça para caçar grandes e pequenos animais. Acredita-se que o Afghanhound foi escolhido para acompanhar Noé em sua Arca. Por natureza, o Afghanhound é um caçador veloz. Mesmo nos dias atuais é utilizado para caçar grandes animais no Afeganistão. Um bom Afghanhound caça por si próprio, sem direcionamento do caçador. A independência de pensamento e a impetuosidade são características típicas da raça ainda hoje. |  |
| Muito do que se poderia saber sobre esta raça foi perdido em guerras que assolaram a região do oriente médio, as maiores delas foram lideradas por Alexandre, o Grande e Gêngis Khan. Também ocorreram percalços com os muçulmanos, os quais consideravam o Afghanhound uma raça suja e impura. Existem evidências de que esses cães originaram-se de dois tipos fundamentais, que refletem o terreno e o clima em que se desenvolveram, porém, em tribos isoladas, os cães adaptaram suas próprias variedades de cor e pelagem a condições ambientais específicas. Os cães vindos do deserto originaram os Salukis, e os cães vindos das montanhas originaram os Afghanhounds, que eram mais baixos, musculosos e com a pelagem mais comprida e grossa. |  | A criação do Afghanhound expandiu-se além do Afeganistão após a guerra de fronteira Hindu-Afegã no século XIX e no início do século XX. Conta-se que um oficial inglês de uma base próxima a Kabul enviou alguns cães à Inglaterra em 1925, e os enviou aos EUA anos depois. Ele tornou-se o primeiro criador oficial documentado. Zeppo Marx, um dos famosos Irmãos Marx, foi um grande fã da raça e junto com sua esposa importaram dois cães da Inglaterra. O casal fundou um canil em Massachusetts e se tornaram pioneiros da raça nos Estados Unidos. |
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