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Abaixo duas histórias onde whippets desempenharam maravilhosamente bem o papel de daminhas de honra. Confiram! Olívia, agora você já pode lamber a noiva 13/07/2010 - Rede Bom Dia - Cláudia Mazzei O pajem Yan levou a cachorra em uma coleira, e no altar se negou a entregar as alianças aos veterinários Marina e Guilherme Os veterinários Marina Regatieri Dessen, 28 anos, e Guilherme Sabatini, 31, casaram-se em Jundiaí, em maio, com a cachorra de estimação como "dama de honra". A cadela da raça whippet, Olívia, foi levada até ao altar em uma coleira pelo pajem, Yan, de 3 anos, filho de uma amiga da noiva. Vestida em uma roupa vermelha, a cachorra chamou a atenção dos convidados durante a cerimônia, realizada na chácara do bufê Serra dos Cristais. Mas quem roubou a cena mesmo foi o garoto, que não queria entregar aos noivos as alianças guardadas em seu bolso. “Ele não me reconheceu na hora”, diverte-se a noiva. “Todo mundo riu.”
Marina é de São Paulo e Guilherme de São Bernardo. Antes de se casarem em Jundiaí, em uma cerimônia celebrada por um padre da igreja católica, eles tiveram várias histórias pelo interior de São Paulo. O primeiro encontro foi em uma festa em Avaré, apresentados por amigos em comum, em 2006. O namoro começou ali mesmo. Na época os dois veterinários já trabalhavam na área. Ela em Franca e ele em Cabreúva. “Namoramos à distância durante dois anos”, conta ela. Em 2008 a mãe de Marina mudou-se para Campo Limpo Paulista. Como fica perto de São Paulo, o casal decidiu mudar-se também. Os dois alugaram uma chácara e foram morar juntos. “Fiz o test drive antes de me casar, queria ver se dava certo”, brinca.
Em Campo Limpo, Marina e Guilherme dividem a casa com os gatos Diogo e Catarina, três cachorros (o rottweiler Brutus, o vira-lata Bolão e Olívia), duas tartarugas e dez peixes em um aquário.
Quando decidiram se casar, não pensaram duas vezes e incluíram Olívia, a mais comportada dos cães, na cerimônia. Mas os outros animais foram lembrados na decoração: todos ganharam miniaturas de biscuit em cima do bolo. | |  Marina brinca Olívia enquanto Guilherme pede as alianças para Yan, que não reconhece a noiva |
Agora o casal trabalha na mesma clínica, em Campo Limpo, e ainda divide os cuidados com os bichos de estimação. “Já acostumamos, criamos uma rotina.” ___________________________ No casamento, do bolo às alianças 03/04/2010 | Gazeta do Povo | Juliana Vines Na união de Ana Beatriz e Roberto, quem roubou a cena foram os cães do casal, que desempenharam com estilo o papel de pajem e dama de honra
 Os noivos Ana e Beto com o Rottweiller 113 e a Whippet Tanange: casamento à moda animal Fraque feito sob medida para ele e vestido bordado à mão para ela. Nas roupas, um lugar especial para as alianças, cravejado de cristais. Tanta elegância para o momento mais importante da cerimônia, planejado secretamente pelos noivos, Ana Beatriz Soder e Roberto Gonschorovski, donos de Tanange, uma Whippet de cinco anos e 113, Rottweiler de nove meses. Os dois mascotes do casal foram dama de honra e pajem do casamento que aconteceu na semana retrasada, em Curitiba. Conduzidos por dois amigos dos noivos, os cachorrinhos entraram cada um de uma vez e emocionaram os convidados. "Achei a coisa mais linda", lembra Nancy Sávio, amiga da noiva. "Quem a conhece sabe que os cachorros são sua vida", diz. Ana é veterinária, dona do petshop e de seis cachorros: três whippets, um dálmata e dois pointers. As whippets sempre foram seu xodó, tanto que a acompanham o dia todo, até no trabalho.  Nenhum dos sete mascotes do casal ficou de fora do bolo | | "Ela anda com as whippets e eu com o 113. Quase sempre que nos encontrávamos estávamos com os cachorros", conta Roberto, mais conhecido como Beto. Ex-militar, o empresário, apesar de gostar de cachorro, não tinha um animal de estimação até conhecer Ana e rapidamente ser contagiado. Com dois meses de namoro comprou o rottweiler e batizou de 113, número pelo qual era conhecido no exército. Tudo foi rápido na história de Beto e Ana. Se conheceram no começo do ano passado e logo de cara viraram amigos. Em dois meses, começaram a namorar. Um mês depois já estavam planejando o casamento. Apesar de os cachorros estarem sempre por perto, a ideia de eles participarem do casamento surgiu só três semanas antes da cerimônia. Foi uma correria para encontrar uma costureira que pudesse fazer o fraque e o vestido de noiva a tempo. "Adaptei um vestido mais simples. Comprei as pedras e eu mesma bordei a cauda e o véu", afirma Ana. O fraque foi provado algumas vezes antes dos arremates finais. Os modelitos foram um sucesso e Tanange e 113 se comportaram como manda a etiqueta (com direito a desfile e pausa para foto). Antes da cerimônia, os dois foram ensaiados para evitar imprevistos. "Confio no 113, eu o adestrei e ele é bem comportado. Assim mesmo, levamos os dois para conhecer o local da festa uma semana antes", diz Beto. Depois da celebração, os convidados da festa e os clientes do petshop de Ana não falam em outra coisa. "Vimos homens e mulheres se emocionando. É incrível como as pessoas veem os cachorros como membro da família", afirma Beto. |
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