Anubis, o Deus da Morte, aparece representado com uma cabeça de cão similar a do Ibizan Hound, na tumba do jovem faraó Tutankamom, localizado no Vale dos Reis. Uma estátua de bronze de arte celta, datada do século I A.C. foi encontrada em Mérida (Espanha), e representa um caçador perseguindo um javali selvagem com um Galgo. Em alguns lugares da África ainda existem cães selvagens, com temperamento e movimentação parecidas com o estilo caçador do Ibizan Hound, o que demonstra que é uma raça primitiva que ainda conserva seu instinto de caça. O tipo de cão representado nestes vasos, pituras e esculturas, parece ser o ponto focal de um grupo de cães similares, espalhados pelas ilhas do oeste mediterrâneo, a Península Ibérica e as Ilhas Canárias. 
Mas não está claro que cultura disseminou essa raça, nem quando. Talvez tenham sido os navegadores fenícios ou cartagineses, ou eventualmente os romanos. Seja como for, isso aconteceu a centenas de anos atrás, e esta influência formou a raça como a conhecemos hoje. Esta é a circunstância que a faz diferente de outras raças com a mesma linhagem e origem. O Ibizan Hound na sua forma atual é tão similar as pinturas egípcias que em 1958 uma delegação egípcia foi as Ilhas Baleares para colher alguns exemplares e reentroduzi-los na sua terra natal. |