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O Italian Greyhound possui uma origem tão antiga quanto à dos grandes Greyhounds. Vinda da Grécia e da Turquia, a raça tem por volta de 2000 anos de existência. Objetos de arte e fósseis indicam a presença da raça nessas regiões.

O Italian Greyhound tornou-se popular no sul da Europa durante a Idade Média. Por volta do século XVI, muitos foram retratados em pinturas e esculturas italianas. Esta é a razão pela qual este pequeno cão se tornou conhecido como Italian Greyhound.

Devido à sua grande beleza, à sua disposição e ao seu pequeno tamanho, a raça sobreviveu por séculos. O Italian Greyhound sempre foi popular entre a realeza e a aristocracia. Muitas pinturas mostram figuras históricas como as rainhas Vitória e Catarina, a Grande, com seus amados Italian Greyhounds. Esses pequenos lebréis eram com freqüência vistos em pinturas renascentistas como nas de Giotto, Carpaccio, Memling, Van der Weyden, Gerard David, Heeronymus e outros. É notório o fato de que Frederico, o Grande, era um admirador da raça e era sempre visto acompanhado de um ou mais Italian Greyhounds.

As duas Guerras Mundiais favoreceram a quase extinção da raça. Depois das guerras, a Inglaterra importou dos Estados Unidos uma linhagem nova e de altíssimo nível. O primeiro Italian Greyhound foi registrado nos EUA em 1886, mas a raça ainda permanece rara nos dias de hoje.

Existem dúvidas sobre a função original do Italian Greyhound: se eram utilizados para caçar pequenos animais ou cães de companhia. As duas teorias estão corretas. Muitos Italian Greyhounds têm um forte instinto de caça, outros porém, não o possuem. Desde o século XIX não são criados com esta finalidade. Tornaram-se animais de estimação bastante caseiros quando o aquecimento central não havia sido inventado, logo seus pequenos corpos quentes eram aconchegantes em uma cama fria.

 
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